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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Calendário: lançamento no Atelier Funilaria e Pintura.
É... a cachaça rolou solta no início da noite.
Não consegui evitar os goles
num copinho pequeno...
Batido com limão
Era como o sol
O sal
A cana
Por dentro
Balançando
Queimando
Os pensamentos
Na colheita da palavra
Serigráfica
entortando os lábios até sentar na frente do antigo armazém.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Lançamento do CALENDÁRIO.
Apesar do atraso de um mês, finalmente, nesta quarta feira será o lançamento do CALENDÁRIO de 2010.
Feito de maneira artesanal em serigrafia, nanquim, grafite, xilogravuras e desenho, a iniciativa contou com vários artistas do Atelier Piratininga, Ateliê Novo (antigo Espaço coringa) e Atelier Funilaria e Pintura, de Biba Rigo, captaneados por Otávio Zani e Pedro Pessoa, dois artistas apaixonados pelas artes-gráficas.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Poesia sobre manchas em monotipia.
Hoje recebi um post muito bonito da minha colega Renata, que eu conheço apenas por Re.
Acompanho sempre o seu blog.
Ali, paro para respirar um pouco de vida, um pouco do que ela observa em São Carlos (no mundo) através das palavras e de uma espécie de olhar, que eu acredito, serem muito leves para ela. Um olhar cotidiano sobre as coisasque lhe dão algum sabor.
Ali, paro para respirar um pouco de vida, um pouco do que ela observa em São Carlos (no mundo) através das palavras e de uma espécie de olhar, que eu acredito, serem muito leves para ela. Um olhar cotidiano sobre as coisasque lhe dão algum sabor.
De tempos em tempos, sobre algumas imagens que faço em xilogravura, monotipia ou metal, recebo a conta gotas a sua poesia. E fico muito feliz em poder ler e imaginar os meus trabalhos assim, interpretados por uma pessoa que possui o dom daquela coisa estranha entre a mancha e a pegada mostrados na web.
O poema diz respeito ao post abaixo dos vídeos, com o ícone "marcas", mostrando manchas em papel Ingres 120g.
Adorei as marcas, mas uma me chamou mais a atenção, e acabei pensando nessas palavras:
Na mão marcada no papel faltou a marca que se deixa na identidade.
Quatro dedos, não cinco,
Sinto muito,
Assim não te sei,
Não te saberei.
Vou eu também esconder o polegar
Na esperança de ninguém me achar.
Renata G. Buffa
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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